segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Senhor ou senhora sem objetivo na vida: atenção, isso passa...


Bebo chá enquanto os patos grasnamQuando menos esperar, estarão à vista a causa da estreiteza da visão, do falta pouco para uma briga, a raiz dos sobressaltos, o que o avesso tem a ver com o direito, isso fica muito claro....
Pegue um cachorro e uma coleira, de preferência um mais lento e concordado, passeie com ele pelas redondezas e verá. Com caneta e papel a tiracolo, assombre o mundo com as observações das serras, dos vales, dos fenômenos vitais e não vitais. Deixe as excrescências de lado. Olhar é descobrir enredo, fixar o olhar é invadir privacidade, cuidado portanto.

Conversa-se muito quando a aventura é pequena. Pise no chão descalço, arrisque-se nas pedras pontiagudas, estrepe o dedo no espinho, faça bom proveito das adversidades favoráveis. Extraído o proveito, siga em frente e abandone o desagrado.
Por natureza somos expostos às intempéries, pele delicada, poderes franzinos, qualquer desafeto médio põe o mais forte por terra exangue e moribundo, levantá-lo é uma luta, gastam-se muitos, entretanto a vida não necessita de lágrimas, observe, precisa é de coração disposto e amável.
Não se perturbe com os extremamente ocupados, elétricos ou bem-sucedidos. Uns lidam com afazeres, outros ajuntam moedas de ouro; eu, desde muito cedo, me vi às voltas com incertezas e incertezas, me perguntava o que havia no topo. Depende. Depende sempre. No topo, neste, há mais topo.
Uma palavra não basta quando se espera salvação eterna, eu compreendo, mas veja: as dores se assemelham mesmo quando os motivos parecem diferentes. Então, o que distingue uma criatura da outra é a coragem de abrir a porta e atravessar a soleira, fazendo tempo bom ou ruim lá fora.
Liberte-se do primeiro obstáculo (...)
Para de perseguir a felicidade. Para de perseguir a felicidade. Pare com isso! O perseguido se toma de ojeriza pelo perseguidor, quer vê-lo a léguas de distância, morto.
(...)

(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar. Trechos do capítulo: Tema pra roteiro novo.)

domingo, 25 de agosto de 2013

Ponta Negra - Jaconé - Saquarema

Aproveitando o maravilhoso domingo de sol passeando por lindas praias do litoral do nosso Estado do Rio!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A difícil escolha do adoçante





Aspartame, sacarina, ciclamato, stévia, sucralose... são tantos os adoçantes disponíveis no mercado que confundem a cabeça do consumidor, que deve conhecer os riscos que cada substância pode trazer para a saúde.

Considerado vilão, o aspartame é a pior opção segundo os especialistas, por ser danoso ao cérebro. Já a stévia é natural (derivada de uma planta) e não tem efeitos colaterais.
Apesar de pouco usado, o xilitol é a melhor opção, pois não faz mal ao organismo e tem um sabor muito similar ao açúcar. O único cuidado deve ser em relação à quantidade, pois o exagero pode causar diarreia.
Ciclamato e sacarina contém sódio e devem ser evitados por hipertensos. Estudos mostram que as substâncias, respectivamente, potencializam agentes cancerígenos e podem aumentar o risco de câncer de bexiga.
A sucralose vem sendo relacionada à eliminação da flora bacteriana boa do intestino.

Entre o adoçante e o açúcar, qual a melhor opção para a saúde?
Essa polêmica divide até mesmo os profissionais de saúde. Para uns, quem não sofre de diabetes deve consumir açúcar, de preferência o mascavo, que conserva os nutrientes, sempre sem exagero. Para outros, a stévia ou o xilitol são mais seguros, já que o açúcar inflama o organismo.
Seja com açúcar, ou com adoçante, o segredo é a moderação.  O abuso do açúcar pode causar cárie, irritação gástrica, obesidade, diabetes tipo 2 e depressão. Já o consumo excessivo de adoçante pode provocar câncer, alterações hepáticas e intestinais, alergias e intolerâncias alimentares. Uma boa dica é sempre que possível, o ideal é alternar o uso de substâncias adoçantes.

(Reportagem publicada no Jornal Extra de 17 de julho de 2013)

domingo, 18 de agosto de 2013

Walking Rio

Caminhando do Leblon ao Leme no percurso do Walking Rio com uma chuvinha fina alternando com um sol tímido entre nuvens. Aproveitando para ver a passagem dos corredores da Meia Maratona do Rio e passeatas em Copacabana.


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Cegos por catarata têm cura


Segundo o oftalmologista Aldo Bárcia Fonseca, diretor-médico da Clínica de Olhos São Francisco de Assis, a cegueira é reversível até o último estágio da doença, mas o índice de insucesso da cirurgia cresce à medida que a catarata fica mais madura. De acordo com o médico, pacientes com catarata ainda perdem a visão pelo baixo acesso à cirurgia gratuita.
O processo cirúrgico consiste ne substituição do cristalino por uma lente, após a estrutura natural ser fragmentada por ultrassom e aspirada por sonda. A intervenção dura cerca de 30 minutos e o paciente vai para casa no mesmo dia.
Pessoas que expõem os olhos à radiação solar ou à luminosidade intensa tem mais chances de desenvolver catarata. Estão neste grupo de risco usineiros, pilotos de aeronaves e atletas, além de pessoas que não usam óculos com proteção ultravioleta (nem todos os óculos escuros oferecem essa proteção).

Entendendo a catarata
O cristalino é uma espécie de lente fina e transparente. A função dele é fazer com que a luz seja focada na retina para a imagem ser formada com nitidez.
Com o passar do tempo, é natural que as fibras colágenas que formam o cristalino envelheçam, o que vai tornando a estrutura opaca espessa.
Consequentemente, a luz não consegue atravessar tão facilmente essa lente, e a pessoa passa a enxergar sem nitidez.

Sintomas da catarata:
Visão reduzida em ambientes com luminosidade alterada.
Diminuição da acuidade visual (capacidade de perceber detalhes, forma e contorno dos objetos).
Visão nublada e enevoada.
Alteração da percepção de cores.

Fatores que aumentam os riscos:
Exposição demasiada ao sol ou a fonte de luminosidade intensa.
Diabetes, tireoidismo, doença renal ou outro problema metabólico.
Ter alta miopia (acima de cinco graus).
Poucas horas de sono.
Tabagismo.

(Reportagem publicada no Jornal Extra de 20 de junho de 2013)