Que em 2026 sejam renovadas as esperanças de um mundo melhor, onde reine a paz entre as pessoas e onde haja respeito pela vida (humana-animal-natureza). Que Deus cubra esse novo ano de bençãos.
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Segredos fartos
(...) Deus sabe o quanto precisamos de sossego após a tempestade, que não aguentamos tempo excessivo na aflição, não aguentamos. Deus sabe mais de nós que tudo que sabemos.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Nem ser nem não ser
- Agora é hora do não-agir. Conhece o não-agir?
-Conheço.
(...)
Tudo o que você disser que eu sou, eu o sou. Encontrarei algum motivo para sê-lo. Tudo o que você disser que eu não sou, não o serei, até porque alguma razão terei para não sê-lo realmente. Então, o segredo não é ser nem não ser, é desapegar-se dos rótulos e passear livremente por entre as classificações do mundo, como crianças brincando no parque em pequenos muros de esconde-esconde...
(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar.)
-Conheço.
(...)
Tudo o que você disser que eu sou, eu o sou. Encontrarei algum motivo para sê-lo. Tudo o que você disser que eu não sou, não o serei, até porque alguma razão terei para não sê-lo realmente. Então, o segredo não é ser nem não ser, é desapegar-se dos rótulos e passear livremente por entre as classificações do mundo, como crianças brincando no parque em pequenos muros de esconde-esconde...
(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar.)
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Particularidades Universais
Jamais tente ser como o outro foi. Eu fiz saber a todos: saboreie, não copie. Aprenda, levante e comece a revelar o próprio traço, mão leve, alma desprendida. -Oh! quem diria? - dirão.
Meu quadro vive cheio de recados: faça isso, faça aquilo, seja, não seja. Uns eu leio uma vez por semana; outros, não; outros não.
(...)
- Você pula de um pensamento para outro na maior tranquilidade, numa bagunça danada, que confusão!
(...)
O maior pecado hoje é justamente o destempero, o excesso abusivo. Dele decorrem profundas carências: de verdade, de respeito, de essência, de limites. Que fazer? - me pergunto diariamente.
(...)
Jamais - me escute - , jamais tente ser como o outro foi um dia. Seja você, o que seu Ser lhe dita para ser, insistentemente, sem alívio, e a isso o conduz e para tanto lhe confirma com a sede, a fome, a ferramenta, a angústia e o consolo.
(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar. Trechos do capítulo: Particularidades Universais.)
Meu quadro vive cheio de recados: faça isso, faça aquilo, seja, não seja. Uns eu leio uma vez por semana; outros, não; outros não.
(...)
- Você pula de um pensamento para outro na maior tranquilidade, numa bagunça danada, que confusão!
(...)
O maior pecado hoje é justamente o destempero, o excesso abusivo. Dele decorrem profundas carências: de verdade, de respeito, de essência, de limites. Que fazer? - me pergunto diariamente.
(...)
Jamais - me escute - , jamais tente ser como o outro foi um dia. Seja você, o que seu Ser lhe dita para ser, insistentemente, sem alívio, e a isso o conduz e para tanto lhe confirma com a sede, a fome, a ferramenta, a angústia e o consolo.
(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar. Trechos do capítulo: Particularidades Universais.)
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Senhor ou senhora sem objetivo na vida: atenção, isso passa...
Pegue um cachorro e uma coleira, de preferência um mais lento e concordado, passeie com ele pelas redondezas e verá. Com caneta e papel a tiracolo, assombre o mundo com as observações das serras, dos vales, dos fenômenos vitais e não vitais. Deixe as excrescências de lado. Olhar é descobrir enredo, fixar o olhar é invadir privacidade, cuidado portanto.
Conversa-se muito quando a aventura é pequena. Pise no chão descalço, arrisque-se nas pedras pontiagudas, estrepe o dedo no espinho, faça bom proveito das adversidades favoráveis. Extraído o proveito, siga em frente e abandone o desagrado.
Por natureza somos expostos às intempéries, pele delicada, poderes franzinos, qualquer desafeto médio põe o mais forte por terra exangue e moribundo, levantá-lo é uma luta, gastam-se muitos, entretanto a vida não necessita de lágrimas, observe, precisa é de coração disposto e amável.
Não se perturbe com os extremamente ocupados, elétricos ou bem-sucedidos. Uns lidam com afazeres, outros ajuntam moedas de ouro; eu, desde muito cedo, me vi às voltas com incertezas e incertezas, me perguntava o que havia no topo. Depende. Depende sempre. No topo, neste, há mais topo.
Uma palavra não basta quando se espera salvação eterna, eu compreendo, mas veja: as dores se assemelham mesmo quando os motivos parecem diferentes. Então, o que distingue uma criatura da outra é a coragem de abrir a porta e atravessar a soleira, fazendo tempo bom ou ruim lá fora.
Liberte-se do primeiro obstáculo (...)
Para de perseguir a felicidade. Para de perseguir a felicidade. Pare com isso! O perseguido se toma de ojeriza pelo perseguidor, quer vê-lo a léguas de distância, morto.
(...)
(Do livro "Bebo chá enquanto os patos grasnam" de Leida Lusmar. Trechos do capítulo: Tema pra roteiro novo.)
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